Eu sinto medo
- Maxx Figueiredo
- 4 de jun. de 2020
- 1 min de leitura
O medo da barata sempre é maior que a barata. A indignação da violência sempre é mais violenta que a própria. A repressão sempre potencializa outras válvulas. Tipo, tampa aqui, vaza ali. Nada é absoluto, tudo é aleatório. Nenhuma estatística da OMS vai determinar as consequências do acaso. Paz, traquilidade, informação moderada, filtros, parcimônia. Às vezes, nos abrimos demais e, por excesso de confiança ficamos desprotegidos. Mas basta uma batata pra alertar sobre o que está ligado aos esgotos e coisas ruins. Fortes aqueles que com um chinelo na mão, ou quando muito criativos, arapucas, ou mesmo o desdém, eliminam o mal ou simplesmente assistem ele se debater em uma performance ridícula clamando sua atenção. Bichos escrotos, voltem pros esgotos, se juntem aos seus semelhantes. Medo é prudência, Medo demais é covardia. Medo de menos é inconsequência. Já coragem, cordialidade está ligado ao cor (agir com o coração) Ser pacional, vai depender do que essa paixão levou você a fazer. Salvou uma vida ou estragou uma vida? Pare e repare o verdadeiro tamanho da barata e compare com o seu medo.





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